domingo, 20 de maio de 2012

TEOR DE COLESTEROL EM 100G DE ALIMENTOS


Gema de ovo de galinha desidratada
2950
 
Miolos de boi
2360
Miolo de porco
1900

Miúdos de frango
2360

Gema de ovo de galinha
1500

Caranguejo-carne apenas
565
 
Ovo de galinha inteiro
463

Rim de boi
400


Sardinha em óleo de amendoim


Fígado de boi cru
320

Enchova crua
315

caviar
300



Carne de boi média gordura
 289

caranguejo
270




manteiga
262



cação
250

Banha de porco
243

ostra
230

Carne de porco gorda
234

Salmão em conserva
220

Queijo parmesão
193
 
Camarão dessecado
165

Queijo cambert
140

Lagosta cozida
134
 
Camarão fresco
124

Carne de boi magra
123

Carne de frango
113
 
Carne de porco magra
102

Carne de galinha
101

sábado, 19 de maio de 2012

NEOPLASIAS BENIGNA E MALIGNA

NEOPLASIA
Um tumor é quase uma massa anormal de tecido, cujo crescimento é quase autônomo e excede os tecidos normais. Em contraste com as proliferações não-neoplásicas, o crescimento de tumores persiste após a interrupção dos estímulos que deram origem á mudança. Os tumores são classificados em duas categorias abrangentes: benignos e malignos: o tipo de neoplasma é baseado em características de seu parênquima.
Todos os tumores apresentam dois componentes básicos:
-células neoplásicas transformadas
O estroma de sustentação é formado por elementos não-transformados, como o tecido conjuntivo e os vasos sanguíneos.
Tumores benignos
O nome é designado, com a inclusão do sufixo oma. Por exemplo, um tumor benigno que surge de células mesenquimais, inclui lipoma, fibroma, angioma, osteoma e leiomioma.
Adenoma: neoplasma epitelial benigno que forma padrões granulares ou é derivado de glândulas.
Cistoadenomas: lesões que formam grandes massas císticas, vistas tipicamente no ovário.
Papilomas: neoplasmas epiteliais benignos que produzem projeções digitiformes ou projeções verrucosas visíveis micro ou macroscopicamente.
Pólipos: um neoplasma que se projeta de uma superfície mucosa para a luz (p. ex., estômago ou cólon.)
Tumores malignos
Os tumores malignos são chamados de cânceres e estão divididos em duas categorias gerais:
-carcinomas: originados das células epiteliais
Sarcomas:originados no tecido mesenquinal.
A nomenclatura de tipos específicos de carcinomas ou sarcomas é baseada na sua aparência e presumida origem histogenética.assim os carcinomas com padrão de crescimento granular são chamados de adenomocarcinomas e os sarcoma que se originam ou tem semelhança com as células do músculo liso são chamados de leiomiossarcomas.
Alguns tumores parecem ter mais de um tipo de células parenquimatosas.
Tumores mistos derivam de uma camada germinativa que se diferenciam em mais de um tipo de célula parenquimatosa. Por exemplo, o tumor misto originado de glândula salivar contém células epiteliais, um estroma mixóide e tecidos que se assemelham á cartilagem. Todos estes elementos surgem de diferenciação alterada de células epiteliais ductais.
Teratomas: são formados por uma variedade de tipo de células parenquimatosas, que representam mais de uma camada germinativa, em geral três. Eles surgem de células totipotentes com a capacidade de formar tecidos endodérmicos, ectodérmicos e mesenquimais. Esses tumores são encontrados principalmente nos testículos e ovários.
Há duas lesões não-neoplásicas que se assemelham com tumores; além disso, sua nomenclatura é semelhante á dos tumores:
Coristoma: um resto ectópico de tecido normal (por. ex.,células pancreáticas embaixo da mucosa do intestino delgado)
Hemartoma: uma massa de tecido desorganizado originado de um tecido desorganizado.(um hemartoma no pulmão pode conter ilhas de cartilagem, vasos sanguíneos, estruturas do tipo brônquicas.

FONTE:ROBBINS, Stanley L. COTRAN, Ranzi S., Fundamentos da Patologia. Rio de Janeiro: elsevier, 2006.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Porque dor de Dente dói tanto?



 
A dor é uma das manifestações da inflamação, ela é produzida basicamente por dois eventos: (1) pela compressão das terminações nervosas devido a formação do edema (outro sinal cardinal da inflamação) ou (2) pela liberação de substancias mediadoras da dor no local atingido pelo processo inflamatório. a dor provocada pela compressão das terminações nervosas é pouco observada em tecidos moles devido estes tecidos terem a capacidade de se expandir sem que as terminações locais sejam muito afetadas, porém a inflamação em tecidos duros como por exemplo inflamações dentárias, esse processo causa dor intensa devido o tecido edemaciado de uma polpa dentária inflamada não conseguir se expandir por causa da rigidez do tecido que forma o dente, comprimindo bastante as terminações gerando fortes estímulos de dor,por outro lado podemos observar na maioria dos processos inflamatórios, a liberação de mediadores da dor nos locais inflamados, como o maior agente causador dos estímulos dolorosos. a bradicinina é um mediador da dor liberado pela cascata das cininas, também age como vaso ativo causando vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular.

sábado, 5 de maio de 2012

Como a deficiência de vitamina D está ligada á dor crônica


Os cientistas estão ainda desvendando o mistério da dor crônica. Todos os que sofrem de dor crônica têm sintomas diferentes. Um tratamento que funciona para uma pessoa, pode não funcionar para outra pessoa.É frustrante para os que sofrem de dor crônica terem que testar um grande número de tratamentos para encontrar os tratamentos que podem ajudar mais. E isso pode variar com o tempo.
Também é frustrante para os cientistas e para os médicos, pois parece haver uma causa única e, portanto, um tratamento.Nos últimos 5 anos, cada vez mais pesquisas têm sido realizadas sobre os níveis de vitamina D em pessoas que sofrem de dor crônica, especificamente aqueles com síndrome de fibromialgia. Alguns desses estudos mostraram que as pessoas com dor crônica têm níveis reduzidos de vitamina D, mas eles ainda não entendem o porquê.Embora ainda não tenha sido provado que o aumento da ingestão de vitamina D reduza a dor, os benefícios a longo prazo de se manter um nível estável e normal de vitamina D, após ser diagnosticado com uma deficiência, são as razões pelas quais os médicos recomendam a ingestão de suplementos. A dor se torna crônica quando persiste além de 3 a 6 meses, embora alguns médicos classifiquem como dor crônica somente após 12 meses. Muitas vezes não há nenhum sinal óbvio da dor e muitas vezes as pessoas pensam que está tudo na sua cabeça.
Como a deficiência de vitamina D está ligada à dor crônica
Como a deficiência de vitamina D está ligada à dor crônica
A dor crônica pode ser causada por uma multidão de doenças e problemas físicos.Problemas nervosos, problemas químicos do cérebro, inflamações, rupturas, vírus, até mesmo lesões anteriores – quase qualquer coisa pode causar dor a longo prazo.Alguns pesquisadores estão examinando como as vitaminas podem afetar a forma como o cérebro de uma pessoa percebe a dor, as que parecem que sofrem de dor crônica, muitas vezes têm diferentes níveis de vitaminas para pessoas que são ‘saudáveis’.Há teorias de que a vitamina D é utilizada mais rápido pelas pessoas que têm a dor crônica, pois os seus sistemas de imunidade estão sob constante estresse. Entretanto, isso não foi ainda comprovado.A vitamina D  é importante para o crescimento saudável e reparação dos ossos. Ela desempenha um papel importante na prevenção da osteoporose conforme a idade avança.Os níveis de vitamina D são testados colhendo uma amostra de sangue.

Cada laboratório deve utilizar um método de ensaio diferente, e a faixa “normal” para referência está incluído no relatório de exame de sangue. A vitamina D é criada nos rins, a partir dos alimentos que comemos. Os alimentos que mais contém vitamina D incluem:- Peixes gordos, como o salmão, bagre, cavala, sardinha, truta, atum e ostras - Shitake e outros tipos de cogumelos, quando cultivados sob luz solar ou sob luzes UV - Ovos inteiros
fonte: